Site Tosold Advogadas

Tosold Advogadas

Urlhttp://www.tosold.adv.br
Data: 2013
Tecnologia: PHP (Code Igniter)
Descrição: desenvolvi todo o backend do site (que foi arquitetado e layoutado pela Pixadelica e teve o frontend produzido pelo Guilherme Serrano) usando Code Igniter. Há uma área de administração para gestão do conteúdo implementada em cima do Twitter Bootstrap. O site possui versão inglês e português, sendo o conteúdo dinâmico de ambos idiomas também gerido pelo administrador de conteúdo.
No ar? Sim

Site Universidade Whirlpool

Home

Home

 

Home - manager

Home - manager

Url: http://universidade.whirlpool.com.br
Data: 2013
Tecnologia: PHP (Code Igniter)
Descrição: desenvolvi todo o backend do site (que foi arquitetado e layoutado pela Pixadelica e teve o frontend produzido pelo Guilherme Serrano) usando Code Igniter. Há uma área de administração para gestão do conteúdo implementada em cima do Twitter Bootstrap. O site possui versão inglês e português, sendo o conteúdo dinâmico de ambos idiomas também gerido pelo administrador de conteúdo.
No ar? Sim

Site Peveduto

 

 

Url: http://www.peveduto.com.br
Data: 2013
Tecnologia: PHP (Code Igniter)
Descrição: desenvolvi todo o backend do site (que foi arquitetado e layoutado pela Pixadelica e teve os htmls produzidos pelo Guilherme Serrano) usando Code Igniter. Há uma área de administração para gestão do conteúdo implementada em cima do Twitter Bootstrap. O site possui versão inglês e português, sendo o conteúdo dinâmico de ambos idiomas também gerido pelo administrador de conteúdo.
No ar? Sim

Otimizando imagens jpeg no linux

Com a ajuda da biblioteca jpegoptim e um shell script simples, consegui otimizar uma imensidade de imagens que tenho hospedada no meu cloud da Amazon devido aos sites do EuComi! (o Blog e o Novidades).

Instalação: siga os passos em http://linuxpoison.blogspot.com.br/2011/01/utility-to-optimize-compress-jpeg-files.html

Script:

#!/bin/sh -f
find uploads/ -maxdepth 5 -name “*.jpg” | while read -r file
do
jpegoptim $file
done

Troque “uploads/” pela pasta que é a partir de onde o script procurará os arquivos .jpg. 5 é a profundidade em que irá buscar recursivamente.

Ninguém agrega conteúdo de graça

O mimimi da semana (ou do dia?) na internerd é a história do Instagram poder começar a comercializar as fotos dos usuários sem nenhum ônus, com a recente mudança dos termos de uso. Claro que, a princípio, não faz sentido: é seu, ninguém pode vender o que é seu. Mas por que não ver esse assunto através de outros pontos de vista… que serviço da web gratuito que agrega conteúdo não o usa para ganhar dinheiro, de diversas formas?

Vamos lá:

  • o Twitter vende espaço na sua timeline para anunciantes. E são anúncios contextualizados, ou seja, eles vendem a sua timeline (a partir do que você escreveu) para alguém;
  • o Google contextualiza cada e-mail seu do Gmail e vende anúncios a partir do que você recebe de terceiros e do que você mesmo escreve. Cara, eles acessam o conteúdo do seu e-mail;
  • o Facebook também vende anúncios a partir do que acontece sua timeline;
  • sites agregadores de conteúdo (nem sei quais são os mais usados, mas por exemplo o Ocioso) recebem links para gerar visitação e vendem propaganda;
  • quantas promoções não são feitas na base do “poste algo na rede social XPTO, use a hashtag #minhatag e espere o sorteio“? O sorteio é pra que? Para conseguir mais audiência, mais visitantes, qualquer coisa do gênero… e vender algo para o cliente que contratou a campanha.

Nenhum deles é explícito com essa questão de “vou pegar o que você contribuiu e vender” mas, no fundo, eles fazem isso. Eles vendem o que você compartilhou, só muda o modelo.

Agora, quem realmente vai ser afetado por uma possível – e, vejam, eles passam a ter o direito, mas não disseram que vão fazer – comercialização das fotos no Instagram? Consigo pensar numa parcela infinitamente reduzida de usuários do Instagram que pode vir a perder com essa mudança, e mesmo assim fico pensando: quem sobe uma foto “profissional” para um serviço aberto na web sem uma marca-d’água? E não é o mesmo que subir num Flickr ou Picasa e alguém ir lá e roubar? E a qualidade das imagens que são armazenadas no Instagram, dá pra levar em conta?

Outro ponto: todo mundo critica, mas quem pagaria para instalar a app ou pagaria uma mensalidade para armazenar as imagens lá? De alguma forma o serviço precisa ser monetizado. É a velha história explicada (também) no livro Free do Chris Anderson: ninguém dá nada de graça. Você acha que é consumidor de um serviço gratuito? Não. Você é um produto que ele revende para alguém.

O assunto é bem complexo e como tudo que envolve os meios digitais, encontra paradigmas diferentes do nosso “mundo físico”. Aliás, se fossemos seguir a risca as regras do mundo físico, a web como conhecemos hoje não existiria. Ela seria amarrada demais.

Ah, e fica a dica pro post do Edney, que realmente manja desse assunto.