22nd mar 2010
Links bacanas sobre Progressive Enhancement e Graceful Degradation
Se você trabalha com interfaces web, pode não ter ouvido falar (ainda) desses dois conceitos, mas certamente muito já discutiu sobre eles. Semana passada comecei a ler mais profundamente a respeito; ainda não tenho uma opinião formada sobre ambos, nem se uma é melhor do que a outra ou, ainda, se alguma delas pode ser levada ao pé da letra no ciclo de vida de um projeto web.
Resumidamente, Graceful Degradation é sobre ter sua interface web funcionando em todos os dispositivos que o acessem, mesmo que aqueles com menos recursos tenham uma perda de qualidade e usabilidade (ou seja, a interface vai se degradando; você foca no melhor dispositivo). Já o Progressive Enhancement foca em definir um dispositivo com o mínimo de recursos (no caso, um browser mais antigo) no qual a sua aplicação seja funcional e usável, e para cada dispositivo melhor você terá funcionalidades extras, que usarão recursos do dispositivo que versões mais antigas não possuem (ou seja, sua interface vai melhorando/progredindo).
Seguem abaixo alguns links bem interessantes sobre o assunto:
- Progressive Enhancement and Graceful Degradation: Making a Choice
- Gracefull Degradation, Progressive Enhancement e Fluid Layout
- Progressive Enhancement with CSS 3: A better experience for modern browsers
- Graceful degradation é tudo sobre Acessibilidade
- Progressive Enhancement, melhoria necessária na web

O Progressive Enhancement parece melhor, acho bacana este tipo de desenvolvimento, quem dera se isto fosse lei.
Muito bom este “resumo” explicativo, principalmente para pessoas como eu, autodidata e muito fracos no inglês.
Nem sabia que eu fazia Progressive, antes. Quando eu tinha o IE6 e o Netscape instalados.
Tinha que funcionar neles primeiro, os mais modernos só ficavam mais ricos visualmente.
Ainda recorro, dependendo do projeto, aos serviços da browsershots.org, ao menos para ver se o layout está ok. No mínimo a aparência tem que ser a mesma.
Muito útil. Para quem não conhece, o link: http://browsershots.org/
Mas o importante, que muita gente está se esquecendo, é de não fazer a funcionalidade depender do javascript.
A popularidade do uso da jQuery fez isto. Tudo pelo visual…. E o princípio da jQuery é exatamente o contrário.
O erro mais recorrente é definir já no css, elementos display:none. O segundo erro é usar só “#” no “href” dos links, e dar a ação deles pela classe ou ID do objeto usando a jQ.
Sei que é praticamente impossível alguém estar com o javascript desabilitado, mas vai saber…
É prejudicial também para Search. Não haver links de verdade na página, e o conteúdo lido pelo robô de busca ser diferente do que o usuário vê.
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