Misturando ideias e pensamentos: tecnologia (PHP, Wordpress, javascript, programação), web 2.0 (javascript, ajax, prototype, jQuery) e experiências de vida
Ah, as integrações enfre flash e javascript: elas sempre podem consumir tempo.
Até que as últimas que temos feito aqui na empresa têm sido tranquilas – graças inclusive ao Ronaldo (visitem o blog dele: http://www.hardinspire.com/blog/). Mas, sempre no final da implementação vem o cliente com alguma coisa diferente, que ninguém havia pensado…
O cenário
Um flash é alimentado por um xml, e a partir desses dados gera uma série de links.
O problema
Ao clicar, o flash abre esse link em uma nova página. Mas seria necessário abrir na mesma página.
A solução
Procuramos, procuramos, e nada de encontrar uma forma de fazer o swf abrir um link na mesma página – parece que por ser um swf embedade no html, não é possível fazer isso. A única forma de fazer foi a seguinte: criar uma função javascript que recebe a url como parâmetro (no caso, chamada swfURL) e chama um window.open com target para a mesma janela.
<script type=”text/javascript”>
function swfURLparam) {
window.open(param, “_self”);
}
</script>
O flash, na action script, chama essa função passando a url como parâmetro.
Não sei o quanto isso é um POG efetivamente, mas foi feito nos 45 do segundo tempo, como último recurso, e funcionou belezinha!
Consegui ir hoje de manhã na 1. Conferência da W3C Brasil (que começou ontem e ainda está rolando nesse exato momento). Achei a estrutura bem bacana – palmas pros organizadores, inclusive por terem escolhido o Blue Tree Towers, wi-fi funcionando belezinha, bom áudio nas salas, ar condicionado ok! para o clima de verão já de São Paulo.
Algumas caras conhecidas, outras que se tornaram depois das discussões pegando fogo no debate sobre ensino de padrões web, certificação e formação profissional na área de front-end. Estava presentes o (já famoso) Diego Eis da Visie, Evaldo Bechara (da iLearn, escola carioca), Fábio Flatschart do Senac e Marcelo Moura do Grupo Impacta.
O debate durou uma hora e meia, e durante ele muito se falou sobre o benefício – ou não – de se ter certificação para o profissional front-end (aquele que escreve html/CSS, programa em javascript) e quem poderia certificar profissionais. Muitos pontos de vistas foram levantados, e ficou claro que ainda dá para separar o joio do trigo; mesmo tendo 4 representantes de instituições de ensino, nota-se que existem aquelas que estão interessadas em realmente educar e ensinar (no caso a Visie, iLearn e Senac) e outras que só querem vender um papel (não sei se essa é a real posição da Impacta, mas foi o que seu representante deixou transparecer). A própria W3C através de um representante (que esqueci o nome) deixou claro que nem ela está certa do que fazer e se seria interessante – apesar de saber que economicamente seria uma ótima forma de conseguir mais recursos, a organização tem dúvidas quanto a necessidade de certificar profissionais e que o próprio Tim Berners não é favorável a isso nesse exato momento.
Foi visto que existem diferentes enfoques e utilidades – ou não – para certificações. Profissionais podem ser estimulados a estudar mais e de uma forma melhor, com conteúdo oficial de uma organização mundial que define padrões levando em conta o lado técnico do mercado e não o econômico, empresas podem se valer disso na hora do seu processo seletivo e na garantia de ter um profissional que, ao menos, comprovou uma dedicação ao estudo. E é claro que para as instituições de ensino isso pode vir a ser uma mina de ouro!
De um lado negativo, foi levantado que o profissional pode focar mais na certificação do que no conhecimento – o que ocorre em diversas certificações de outras tecnologias – e que as empresas podem acabar deixando pra trás profissionais não-certificados nas suas seleções, e que, ainda, instituições de ensino podem começar a vender “como passar na prova” do que disseminar conteúdo.
Minha opinião? É que tudo isso, àcima, aconteceria. Não há como garantir um mercado uniforme; existem empresas que adotariam a certificação como mais um filtro (especificamente as que têm processos seletivos de grande porte, ou ainda o governo), outras que continuariam com o processo seletivo da forma que fazem hoje (provas, indicações, site pessoal com portfólio, etc…); profissionais bons usariam o cerificado como um a mais, enquanto que os medíocres o usariam apenas para falar que são certificados.
E as escolas de qualidade conseguiriam mesclar ambos, conseguindo formar profissionais mais completos e com um atestado de uma organização maior.
Meu gosto por usar uma dock começou bem antes de usar o Mac OS; quando instalei o Compiz pela primeira vez, acho que uns 3 anos atrás, no meu Ubuntu (versão 6?) já veio a vontade de usar uma dock. Procurei algumas, e a melhor foi a AWN (Avant Window Navigator). De lá para cá, nunca mais a deixei de lado.
Depois de um bom tempo, está para sair uma atualização da mesma, a 0.4 (versão beta ainda).
é possível ajustar a dock para as laterais e topo da tela agora
novos estilos
Curvado
Flutuando
Corner
pode forçar a largura dela para ocupar toda a tela
sistema de auto-hide totalmente revisto e melhorado
a dock pode ter apenas lançadores
agrupamento de ícones da mesma aplicação
melhora na iconografia
quando uma aplicaç∫ao está carregando, é apresentado um ícone de carregando adequado
Já deixei meio que claro aqui no blog que gosto muito do Wordpress, né? Ele não é só bom para blogs, pode ser usado com muita facilidade para gerir conteúdo de sites dos mais diferentes tipo.
O @yogodoshi tem um belo post a respeito, e você pode procurar no Google por “Wordpress as CMS” (é um termo errado, pois ele já é um CMS, mas que quer deixar claro que ele pode ser um CMS completo, não só para blogs) encontrará muita coisa a respeito.
I was very excited last week to learn that WordPress has been awarded the Overall Best Open Source CMS Award in the 2009 Open Source CMS Awards. This is a landmark for us, as it is the first time we’ve won this award, and it marks a shift in the public perception of WordPress, from blog software to full-featured CMS. No small contest, the Open Source CMS Awards received over 12,000 nominations and more than 23,000 votes across five categories.
As Hiro Nakamura said when he first bent time and space to land in Times Square: “Yatta!”
In addition to winning in the Overall Best Open Source CMS category, WordPress was named first runner-up in the Best Open Source PHP CMS category. This is significant because we weren’t even in the top 5 last year, and now we’re #2, ahead of Joomla! As is stated on the Award site, “WordPress made its way into the top five for the first time. The fact that it was outranked by Drupal by a very slight margin indicates how popular it has become with users as well as developers over the past year.”
Every day thousands of new people are embracing WordPress to power not just their blogs but entire sites and communities without compromising on usability or scalability (as would be the case with a legacy CMS). Every member of the WordPress community, from core developer to beginning user, should be proud to be part of this momentum: congratulations to us all!
Fico feliz, muito feliz, por saber que fiz a escolha certa quando adotei o Wordpress como CMS padrão em vários projetos
Quem não ama as camisetas que o Sheldon (The Big Bang Theory) usa? Eu mataria por ter o guarda-roupas dele… enquanto isso, aqui no Brasil as lojas de camisetas cools estão crescendo – nada comparado ao que há nos EUA.
Fiz uma listinha dos sites nos quais já comprei camisetas, e que indico (não coloquei referência ao Camiseteria nem Chico Rei por já serem efetivamente conhecidos).